debates

quarta, 9/12, 16h

Encontro de Festivais de Cinema Ambiental

 

Chico Guariba (Ecofalante - SP)

Fellipe Redó (Cinema do Mar - RJ)

Marcelo Cordero (Festival Pachamama - AC)
Solange Arboleda (Rede Latino Americana de Cinema Ambiental / SescTV - SP)

nia Caju (Cine.Ema - ES)

Mediação: Rafael Buda (Coordenador da MARÉ)

quinta, 10/12, 16h

Debate Cidades e Conflitos

Cida Pedrosa (advogada, ambientalista e escritora)

Camilo Cavalcante (cineasta, diretor de Beco)

Evelyne Labanca (analista de inovação do Sebrae)

Mediação: André Dib (Curador da MARÉ)

sexta, 11/12, 16h

Debate Ecossistemas e Biodiversidade

 

Alexandre Ramos (SEMAS - Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade)

Pamella Nogueira (consultora socioambiental)

Oriane Descout (cineasta, diretora de Castelos de Terra)

Mediação: Tiago Delácio (coordenador de programação da MARÉ)

sábado, 12/12, 16h

Debate Povos e Territórios

 

Mãe Beth de Oxum (ialorixá, mestra do Coco de Umbigada e embaixadora de Matrizes Africanas no Brasil)

David Ramos (educador Social da ONG Cáritas - Regional Nordeste)

Graci Guarani (cineasta, produtora e educadora)

Mediação: Rafael Buda (coordenador da MARÉ)

Debatedores

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alexandre​ ramos

Arquiteto e Urbanista (UFPE), Especialista em Gestão de Recursos Hídricos (UFSC), Mestre em Tecnologia Ambiental (ITEP). Foi coordenador da Expedição Capibaribe em 2007, da pesquisas em história oral que resultaram nos Livros Um rio de gente em 2010 e O rio que não passa em 2014. Atualmente é Assessor da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco e Professor de disciplinas de Urbanismo na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Focca. Foi Gerente Geral de Sustentabilidade da Prefeitura do Recife, Presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Capibaribe e Gerente de Planejamento, Orçamento e Gestão do ProRural.

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Camilo Cavalcante

Camilo Cavalcante é roteirista, produtor e realizador. Mestre em Cinema pela UBI e graduado em Jornalismo pela UFPE. Realizou 14 curtas-metragens em múltiplos suportes e formatos, entre eles LEVIATÃ (1999); O VELHO, O MAR E O LAGO (2000); RAPSÓDIA PARA UM HOMEM COMUM (2003); AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS (2009) e MY WAY (2010) pelos quais recebeu mais de 120 prêmios. Produziu e dirigiu duas temporadas da série de Tv OLHAR.  Também roteirizou e dirigiu as séries ÍNDIOS NO BRASIL (2017) e ANJOS HUMANOS (2018), exibidas pela Rede de Tv´s Públicas, e LUZ DO SERTÃO – CEM ANOS DE LUIZ GONZAGA (2013) para a Rede Globo NE. É coordenador geral do CINEMA VOLANTE LUAR DO SERTÃO, projeto itinerante de exibição de curtas no semiárido pernambucano. Em 2014, lançou no International Film Festival Rotterdam A HISTÓRIA DA ETERNIDADE, seu primeiro longa-metragem, que recebeu 27 prêmios em festivais no Brasil e no exterior. Acaba de lançar KING KONG EN ASUNCIÓN, seu segundo longa de ficção, no 48º. Festival de Cinema de Gramado, onde recebeu quatro prêmios, entre eles Melhor Filme pelo Júri Oficial e Prêmio do Público.

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chico guariba

Fundador da Ecofalante e idealizador da Mostra Ecofalante. É economista e documentarista, e atua há mais de 30 anos nas áreas de comunicação, educação, meio ambiente e políticas públicas.

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cida pedrosa

Nasceu em Bodocó, no Sertão do Araripe pernambucano. Foi uma das militantes do Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco na década de 80 e daí vem seu gosto e experiência com a récita. Tem dez livros publicados sendo, atualmente, finalista do Prêmio Jabuti com "Solo Para Vialejo". Advogada e poetisa, Entre os anos de 1989 a 2003 atuou como advogada de Sindicatos de Trabalhadores Rurais, da FETAPE e do Centro Dom Helder Câmara. De 2001 a 2016, trabalhou na Prefeitura do Recife, exercendo as funções de secretária-executiva do Comitê Municipal de Direitos Humanos e Segurança Cidadã, diretora da Secretaria de Direitos Humanos e Segurança Cidadã e vice-presidenta da Autarquia de Saneamento. Na gestão do Prefeito Geraldo Júlio, exerceu as funções de Secretária de Meio Ambiente e Sustentabilidade, e Secretária da Mulher do Recife, onde realizou ações de empoderamento e combate à violência contra a mulher. Nas eleições de 2020, foi eleita vereadora do Recife pelo PCdoB, para a legistatura 2021-2024.

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david ramos

Nascido em Caracas, é psicólogo social Venezuelano, também é Constelador Familiar. Mora em Recife a três anos. Atua na Cáritas Regional Nordeste como educador social, e atualmente acompanha migrantes empreendedores Venezuelanos em Recife, Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba. É pai de um casal de filhos lindos, e a dois anos mora em Olinda com a família. 

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evelyne labanca

Arquiteta Urbanista, Mestre em Desenvolvimento Urbano, Especialista em Conservação Integrada Urbana e Territorial (ambos pela UFPE) e Alumna do International Visitor Leadership Program (IVLP), sobre de desenvolvimento urbano sustentável, à convite do State Department – USA. Em Pernambuco, foi gerente de programas estadual e municipal com o Banco Mundial, Secretária Municipal de Gestão e Planejamento do Recife, Presidente do Instituto da Cidade do Recife Eng Pelópidas Silveira, supervisora de desenvolvimento local do Sebrae AL e analista do Sebrae PE. Atualmente é analista de inovação do Sebrae Nacional. Inquieta e catuquenta, tem a convicção de que o desenvolvimento econômico passa pelo pequeno negócio, colaborativamente, na prática, no território, a partir de ecossistemas locais de inovação fortes e sustentáveis.

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Fellipe Redó

Fellipe Redó é produtor cultural na cidade de Niterói/RJ e idealizador do Festival Cinema do Mar. É historiador por formação e participa de intervenções que integram arte, política e meio ambiente.

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graciela guarani

Pertencente à nação Guarani Kaiowá, Graciela é produtora cultural, comunicadora, cineasta, curadora de cinema e formadora em audiovisual. Uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no cenário Brasileiro, tem um currículo que inclui direção e roteiro em 8 curtas metragens, uma série de vídeos cartas “Nhemongueta Cunha Mbaraete “ (IMS/RJ),co-direcao no longa My Blood is Red (Needs Must Film),  formadora no Curso Mulheres Indígenas e Novas Mídias Sociais- da Invisibilidade ao acesso aos direitos pela @onumulheresbr  e TJ/MS – MS 2019, Cineasta facilitadora na Oficina de Cinema – Ocupar a Tela: Mulheres, Terra e Movimento pelo IMS e Museu do Índio – RJ 2019, Convidada como debatedora da Mesa redonda Internacional de Mulheres na Mídia e no Cinema na 70a. Berlinale - Berlin International Film Festival 2020 @berlinale

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mãe beth de oxum

Mãe Beth de Oxum é Iyalorixá do Ilê Axé Oxum Karê, mestra coquista e comunicadora pernambucana, com mais de 30 anos de atuação em Olinda. Há 22 anos, fundou a sambada de Coco no bairro do Guadalupe junto com seus filhos e seu companheiro, o músico Quinho Caetés. O Coco de Umbigada acontece mensalmente e é um importante movimento de valorização da cultura popular nordestina. Também é fundadora do Afoxé Filhos de Oxum, um dos primeiros a incluir mulheres na percussão. Sempre atuando na luta contra o racismo, contra o preconceito religioso de matriz africana e pela democratização da comunicação. Como percussionista, durante quase dez anos percorreu o Brasil e o mundo, tocando nas bandas de Lia de Itamaracá e Selma do Coco. É criadora do Cineclube Macaíba, que promove exibições com sentimento de pertencimento com a cultura popular. Compõem o Coletivo Mídia Livrista Nordeste Livre, que criou a Rádio Amnésia, rádio comunitária do ponto de cultura Coco de Umbigada que funciona na sua casa no Beco da Macaíba. Em 2015, Mãe Beth recebeu a comenda da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, ordem honorífica dada a personalidades brasileiras e estrangeiras como forma de reconhecer suas contribuições à cultura do Brasil. Em 2017, realizou uma turnê internacional, ‘Tá na hora do pau comer’, que passou por Berlim, Viena, Frankfurt, Berna e Zurick. O Coco de Umbigada garantiu sucesso de público e crítica na Europa. Atualmente, Mãe Beth de Oxum se coloca na disputa como pré-candidata a vereadora de Olinda - Pe, pois acredita nesse lugar como espaço de construção política, cidadania, resistência e igualdade social.

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Marcelo Cordero Quiroga

É distribuidor, crítico, curador de cinema, é diretor de Yaneramai Filmes, empresa dedicada a gestão áudio-visual e cinematográfica nas áreas de venda, distribuição e exibição de filmes em America Latina. Foi diretor de programação e curadoria do Festival Internacional Pachamama Cinema de Fronteira, atualmente é co-diretor e curador do evento. Foi Idealizador e diretor de Mercado e Mostras de Cinema do  Bolivia Lab de 2011 a 2014. Faz parte da equipe de programação do Festival de Cine Radical de La Paz – Bolívia, na Mostra Brasil Radical. Atualmente é programador e curador do Cine Teatro Recreio por meio do projeto Cine Teatro Recreio AC.

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pâmella nogueira

Pernambucana e fundadora da Kûara Socioambiental, atua como consultora de projetos socioambientais voltados para gestão e governança de áreas protegidas e como mentora para desenvolvimento de lideranças ambientais. Cientista Ambiental pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Mestre em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia (MP-GAP/INPA) e Facilitadora de Processos de Desenvolvimento Organizacional e Humano.

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Oriane Descout

Oriane Descout é francesa e mora em Minas Gerais desde 2012. Formada em Cinema pela École Nationale Supérieure Louis-Lumière de Paris, realizou em 2009 seu primeiro documentário, Ecrit dans la marge, sobre uma escola de ensino médio experimental autogerida. Trabalhou como montadora, assistente de câmera e ministrou oficinas de vídeo. Em 2011, dirigiu o longa-metragem Puisqu'on nous envoie promener que se passa ao longo de uma caminhada de protesto de Paris até Nice, organizada por um grupo de 100 imigrantes sem documentos. No Brasil, realizou o Agroecovídeo, projeto que consiste em pequenos vídeos sobre agroecologia e a vida rural em Minas Gerais. Realizou também a websérie O Brasil, Márcio... e eu?, que conta sua vivência e seus questionamentos em um novo modo de vida. Em 2020 lançou o longa-metragem Castelo de Terra, selecionado no Millenium Festival Internacional de Documentário (Bélgica) e no Cine Eco Seia (Portugal) onde recebeu menção honrosa de melhor longa internacional. Atualmente, trabalha a temática do papel das mulheres rurais no campo da agroecologia.

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solange alboreda

Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. É engenheira sanitarista, mestre em engenharia ambiental pela UNICAMP. Defendeu tese sobre Cinema Ambiental na América Latina. Participa do grupo de estudos "Comunicação e Cultura: Barroco e Mestiçagem" da PUC SP. Exerce atividades de curadoria, consultoria e júri em mostras e festivais. Publica artigos em revistas e livros sobre cinema ambiental. Idealizadora da Rede Latino Americana de Cinema Ambiental. Atua na programação cultural do SescTV SP.

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tania silva

Carioca de Teresópolis Tânia é o coração da empresa, com visão empreendedora, negocial e administrativa. É o cerne do planejamento corporativo da Caju Produções. Tânia é musical, tem experiência na produção executiva de grandes shows, apresentações musicais e espetáculos. Atuou na organização da programação do Circo Voador, Fundição Progresso e produção de nomes artísticos nacionais como Milton Nascimento (com quem trabalhou diretamente durante 05 anos), Flávio Venturini, Leila Pinheiro dentre outros. Fundou em 2001 a Caju produções que atua na área da produção cultural com trabalhos transversais no segmento social, ambiental, envolvendo também o contexto da cultura popular e da economia criativa.